Alguns bolseiros da Zambézia sem subsídio há sete meses
O grito de socorro vem de alguns estudantes do primeiro ano da Universidade Eduardo Mondlane. Os mesmos vieram à capital do país através de meios próprios, mas com acordos já firmados entre eles e a Comissão Provincial de bolsas da Zambézia, que se comprometeu, segundo os estudantes, a cobrir as suas despesas académicas, que incluem o pagamento de propinas, para além de um subsídio mensal de três mil meticais.
Contudo, desde que chegaram à capital do país, já lá vão sete meses, nem água vai nem água vem, pois nunca chegaram a ver pelo menos a cor do dinheiro prometido pela entidade que sustenta os seus estudos na UEM.
Fonte: O País
